quarta-feira, 29 de maio de 2013

Quem nós somos

Olá!

Giros, simpáticos... somos nós!
Somos uma turma do Agrupamento de Escolas de Mogadouro, a turma do 5º C e estamos a apresentar-nos!
Ora, para simplificar, decidimos eleger seis porta-vozes...

Então cá vai:
– Eu chamo-me Lili e tenho 10 anos.
– Já eu chamo-me Guga e também tenho 10 anos.
– Ora eu, primeira de meu nome, sou a Nês e, para variar, tenho 11 anos (só não fiquem a pensar que eu chumbei, só nasci primeiro).
– Se tu és a primeira, eu sou a segunda de meu nome, sou a Necas e nasci mais tarde, tenho 10 anos.
– Afinal eu é que nasci primeiro, tenho 11 anos e chamo-me Pati.
– E por fim, sou eu! Sou a Sussas e sou a mais nova, mas também tenho 10 anos!

Esta aventura cibernética começou com o desafio lançado por uma professora de Inglês que, com muita pena nossa, decidiu partir para outro continente: África, mais concretamente para a Namíbia.
Mas para que serve isto?!
– Mostrar que temos interesse –diz a Lili.
– Pois eu acho que é para mostrar a nossa criatividade – assegura a Nês.
– Também é para mostrar que temos imaginação e conseguimos fazer o que mais ninguém consegue: um blog magnífico – disse entusiasmado o Guga.
– Concordo perfeitamente – garante a Necas – e digo mais: será para divulgar as nossas atividades. 
– Não se esqueçam que também vamos apresentar trabalhos feitos por nós – diz a Pati.
– Ah! Fichas de leitura de livros que gostemos e, quem sabe, até podemos fazer um concurso para ver quem de nós é o maior leitor – concluiu a Sussas.
– Acho que é pertinente assinalarmos efemérides importantes – considerou a Pati.
– Efemérides? Tipo, datas importantes? – perguntou a Lili
– Sim, como datas de lançamento de livros, nascimentos de escritores… - responderam todos em uníssono.
– Ei, e que tal divulgarmos textos de que nós gostemos, tipo poemas e outros textos?

sexta-feira, 24 de maio de 2013

dia do pai

Ainda que já tenha passado há muito tempo, cá fica o reconhecimento...

Querido pai
Tu ensinas-me a trabalhar
Estás sempre comigo
Para amar e brincar

Tu és o meu amor
Amor da minha vida
A palavra que tu dizes
É sempre Benvinda

A tua cara é um sonho
Um sonho de magia
Coração rico e pobre
Está sempre unido

19 de março
É o dia do pai
Um presente te vou dar
Para o meu coração significar

                                      Inês Teixeira

sábado, 11 de maio de 2013

o meu porta-lápis



O meu porta-lápis
Tem imensas várias coisas
Não é lugar para mais nada
Do que p’ras coisas que aqui poisas.

Primeiro veio o lápis
Com muito bom currículo
Sabia andar de bicicleta
De mota e de triciclo.

Depois de muita discussão
O lápis foi aprovado
Mas os colegas que lá estavam
Começaram a olhá-lo de lado.

Depois a sua priminha
Decidiu também aparecer
A borracha, borrachinha
Veio só para aprender.

Foi fácil aprová-la
Com a sua boa laia
Para mudar a decisão.
Até veio de minissaia.

O lápis ficou lesionado
A ponta dele gastou-se.
SOS! Venham socorrer!
A afia logo chegou.

Com urgência imediata
A afia socorreu o pobre
Eles ficaram de boca aberta
Ficou com medalha de cobre.

O lápis sentia-se sozinho
Sem ninguém da sua espécie
Vieram os lápis-de-cor
Que pagavam um bom défice.

Pra fazer a vontade ao lápis
Ficaram lá os amigos
Os desenhos que o lápis desenhava
Ficavam todos preenchidos.

O chefe estava desapontado
Por não ter tinta permanente
A caneta resolveu
O problema facilmente.

Eram cópias e mais cópias
Mas que trabalho tinha
Por isso pediu ao chefe
Para que nem todos tivessem a canetinha.

A caneta estava sozinha
O lápis compreendeu
Foi para a escola
A fazer coisas aprendeu.

Criou um clone da caneta
Pintou-a de vermelho
A caneta tinha uma amiga
Que achava o chefe um fedelho.

Havia necessidade
De ter tinta colorida
Tinta permanente
Com cor verde ficava resolvida.

Um sonho realizado
Impossível mas aconteceu
A verde já lá vinha e pensou:
- Caramba, já anoiteceu!

A caneta aterefada
Precisava duma ajudante
Já tinha colorida
Mas pretinha é que era vamp.

Então lá veio a preta
Tão cansada da viagem
Também milagre que não estivesse.
Ela tinha imensa bagagem!

E assim com tudo feito
Vou guardar o meu escritor
É do lápis que estou a falar
Uma coisa de ao peito pôr.

Agora que tudo arrumado
Na cama me vou deitar
Tão alegre que estou
Uma canção vou cantar!

Afonso Cameirão